É assim, através da mente de uma criança temos consciencia daquilo que é tão simples e natural. Quando não temos os grandes para dar colo tentamos os amigos, afinal eles têm de servir para alguma coisa!!!! O problema é quando a ferida é uma daquelas infectadas que o mimo ou o colo não resolvem, tenta-se o penso, a tintura e o antibiotico, mas ela é como um cancro maligno que não se deixa abalar e vai-se alastrando por outras partes do corpo e aí... só há uma solução que é extrair parte do coração e esperar que não volte a aparecer um foco da ferida, é que quando ele volta solução não existe, fica-se a aguardar pelo inevitável... a morte!!!! Tou mesmo inspirado....
simples forma de resolver tal dor! Se a Isabel fosse mais crescida, provavelmente não encontrava tão facilmente esta solução! se a tivesse experimentado e adoptado mais vezes... (por vezes esse colo grande não se encontra, seja por afecto ou por ocasião!, acho que desde sempre só encontrei um colo grande!)... talvez não tivesse ficado com tão “profundas” cicatrizes! ... garantidamente essas que ficaram, guardo-as em recordação, são minhas, só minhas! Olhando-as, só consigo ver os traços bons por elas marcados... porque será?!!! Simplesmente porque valeram a pena! Se não valesse nem cicatriz deixavam!
Era tanta saudade É , pra matar Eu fiquei até doente Eu fiquei até doente, menina Se eu ficar na saudade É , deixa estar Saudade mata a gente Saudade mata a gente, menina
Quis saber o que é o desejo De onde ele vem Fui até o centro da terra E é mais além Procurei uma saída O amor não tem Estava ficando louco Louco, louco de querer bem
Yeah, tum tum tum, tumtumtumtum, yeah...
Mas restou a saudade É , pra ficar Ai, eu encarei de frente Ai, eu encarei de frente, menina Se eu ficar na saudade E deixar Saudade engole a gente Saudade engole a gente, menina Quis saber o que é o desejo De onde ele vem Fui até o centro da terra E é mais além Procurei uma saída O amor não tem Estava ficando louco Louco, louco de querer bem Quis chegar até o limite De uma paixão Baldear o oceano Com a minha mão Encontrar o sal da vida E a solidão Esgotar o apetite Todo o apetite do coração
Tum tum tum, tumtumtumtum, yeah...
Ai, amor, miragem minha, minha linha do horizonte, é monte atrás de monte, é monte, a fonte nunca mais que seca Ai, saudade, inda sou moço, aquele poço não tem fundo, é mundo e dentro um mundo e dentro é um mundo que me leva...
Muitas das fotografias que usamos no blog são retiradas da internet, não sabemos se estão protegidas por direito de autor, mas se for o caso por favor é só avisar e retiraremos de imediato.
4 comentários:
UáH! Snif! Quem me dá cólo?
E pôr um bocadinho a cabeça em vinha d'alhos não pode ser?! Em cerveja, em qualquer coisa!!!!
É assim, através da mente de uma criança temos consciencia daquilo que é tão simples e natural.
Quando não temos os grandes para dar colo tentamos os amigos, afinal eles têm de servir para alguma coisa!!!!
O problema é quando a ferida é uma daquelas infectadas que o mimo ou o colo não resolvem, tenta-se o penso, a tintura e o antibiotico, mas ela é como um cancro maligno que não se deixa abalar e vai-se alastrando por outras partes do corpo e aí... só há uma solução que é extrair parte do coração e esperar que não volte a aparecer um foco da ferida, é que quando ele volta solução não existe, fica-se a aguardar pelo inevitável... a morte!!!!
Tou mesmo inspirado....
simples forma de resolver tal dor! Se a Isabel fosse mais crescida, provavelmente não encontrava tão facilmente esta solução!
se a tivesse experimentado e adoptado mais vezes... (por vezes esse colo grande não se encontra, seja por afecto ou por ocasião!, acho que desde sempre só encontrei um colo grande!)... talvez não tivesse ficado com tão “profundas” cicatrizes!
... garantidamente essas que ficaram, guardo-as em recordação, são minhas, só minhas!
Olhando-as, só consigo ver os traços bons por elas marcados... porque será?!!! Simplesmente porque valeram a pena! Se não valesse nem cicatriz deixavam!
Tanta Saudade
Era tanta saudade
É , pra matar
Eu fiquei até doente
Eu fiquei até doente, menina
Se eu ficar na saudade
É , deixa estar
Saudade mata a gente
Saudade mata a gente, menina
Quis saber o que é o desejo
De onde ele vem
Fui até o centro da terra
E é mais além
Procurei uma saída
O amor não tem
Estava ficando louco
Louco, louco de querer bem
Yeah, tum tum tum, tumtumtumtum, yeah...
Mas restou a saudade
É , pra ficar
Ai, eu encarei de frente
Ai, eu encarei de frente, menina
Se eu ficar na saudade
E deixar
Saudade engole a gente
Saudade engole a gente, menina
Quis saber o que é o desejo
De onde ele vem
Fui até o centro da terra
E é mais além
Procurei uma saída
O amor não tem
Estava ficando louco
Louco, louco de querer bem
Quis chegar até o limite
De uma paixão
Baldear o oceano
Com a minha mão
Encontrar o sal da vida
E a solidão
Esgotar o apetite
Todo o apetite do coração
Tum tum tum, tumtumtumtum, yeah...
Ai, amor, miragem minha, minha linha do horizonte, é monte atrás de monte, é
monte, a fonte nunca mais que seca
Ai, saudade, inda sou moço, aquele poço não tem fundo, é mundo e dentro
um mundo e dentro é um mundo que me leva...
Yeah, tum tum tum, tumtumtumtum, yeah...
Ana Carolina
Composição: Chico B. e Djavan
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