
O tempo voa, e as pessoas andam...e temos fome de tempo.Vivemos numa sociedade que nos obriga a fazer demasiadas coisas, a assumir demasiadas responsabilidades, a tomar demasiadas decisões e a dizer que sim a demasiadas oportunidades.Em suma vemo-nos privados do nosso próprio tempo.
Esta é a nossa pobreza, a pobreza da nossa fartura.
Era uma vez...um menino que tinha tudo o que a mais simples criatura pudesse imaginar.Esse menino não era feliz, pois felizes só são aqueles que a cada minuto que passa se sintam satisfeitos por estarem a viver.Ele procurava o que a vida não lhe podia oferecer - a eternidade.Esta busca pelo utópico levou-o ao desgaste da sua mente e de repente parou de viver.Deixou para trás os momentos que se lhe tivesse dado o devido valor eram eternos, mas a sua opcção foi a mais cobarde, a de ignorar o presente com a fome no futuro e a nostálgia do passado.E morreu infeliz.
8 comentários:
Existencialismo...
"Todos os indivíduos dotados de autoconsciência podem compreender ou intuir a sua própria existência e liberdade, daí que não devam deixar que as suas escolhas sejam limitadas por nada - nem pela razão, nem pela moral. Esta liberdade para escolher conduz à noção de "não-ser", ou "nada", que pode provocar a angústia ou o medo. O existencialismo possui muitas variantes. Kierkegaard salientou a importância da escolha pura na ética e na crença cristã, Sartre procurou combinar o existencialismo com o marxismo.
O pensamento filosófico dos autores existencialistas não se caracteriza nem por uma sistematização racional sobre a vida nem por reflexão abstracta e logicizante acerca do ser humano. O homem é o problema central do existencialismo, não enquanto ser abstracto, com uma natureza definida, mas como um ser concreto, que sofre, que trabalha e ama.
Para os filósofos existencialistas contemporâneos, a existência humana é entendida como algo demasiado fluído e rico e, por isso, escapa a todas as sistematizações abstractas. Assim, para estes autores, acima de tudo a vida é para ser vivida. Faz parte inerente da existência humana o devir, a inquietação, o desespero e a angústia. A existência é algo em aberto, sempre em mudança, e não há nenhum tipo de determinismo ou fatalismo.
A negação de um destino faz da vida um jogo de possíveis entre possíveis. Cabe ao homem, a cada instante, escolher, optar e, por isso mesmo, ele torna-se um ser responsável pela sua vida. A escolha humana traz consigo inevitavelmente a angústia e muitas vezes o desespero.
Para os existencialistas, o indivíduo não pode ser diluído e apagado num todo, uma vez que cada um é um ser concreto, único e de valor insubstituível. Por isso, nesta reflexão, o homem é sempre entendido como um ser individual e concreto, na sua vida quotidiana, no seu contexto particular, e nunca entendido como uma entidade metafísica e abstracta. Nesta medida, os autores existencialistas são aqueles que colocam a existência do homem no plano central das suas reflexões, como dirá Sartre, a existência precede a essência. O homem à partida não está definido, ele é um projecto em construção, cada pessoa é aquilo em que se torna consoante aquilo que faz."
PS: desculpem qq coisinha...um pouco extenso... mas com conteúdo!
Boa Bunny, aqui está um comentário trabalhoso e inteligente.
Só uma pergunta (só uma), de onde é que vocês tiraram isto?
Eu aviso desde já que se descubro o autor do livro incriminivos por plágio grosseiro!!!
Cuidado!!!
P.S. Mas gostei, as reflexões estão tão profundas, tão profundas que quse fiquei ás escuras!
s
Fonix!!!! Fiquei sem palavras!!! Mas já estou como a tixalagartixa, principalmente pa ti bunny, quantos livros tinhas a disposição para escreveres tanta coisa tão complexa e tão profundas? Parecia que tava numa aula de filosofia!!!!ahahaha……. O que vale é que eu sempre gostei de filosofia!!!
Ena, ena…. Temos intelectual e na tinha dado por isso!!! Gostei deste teu lado, sim senhora!!!!!! Já pensastes em criares um blog? Tens jeito pa coisa, pá!!!!
desde já devo esclarecer que o texto não é da minha autoria. Se repararem está entre "..."! Não é plágio grosseiro nem foi essa a minha intenção. Trata-se de excertos de textos consultados. Simplesmente expressa as várias vertentes do existencialismo, contextualizando o comentário à postagem original.
PS: Um intelectual é uma pessoa que usa o seu "intelecto" para estudar, reflectir ou especular acerca de ideias... tem dias...
Ái as aspas, está bem, e eu a pensar em ganhar umas massólas por fora para as férias da pascoa, ora bolas!!!
Venho informar que a postagem inicial é original, não retirei de nenhum livro - está esclarecido.
Ah! Ah! Ah! Muito à frente!!!
Postar um comentário